O novo circuito da WSL

Vice-comissário Renato Hickel fala sobre as mudanças em entrevista a um jornal português


As esperadas mudanças no circuito da elite do surf mundial estão próximas de acontecer. Os primeiros rumores dessas alterações começaram a surgir após a reunião da World Surf League com os atletas durante a etapa de Tresltes, na Califórnia. Mas até então nada parecia estar certo.

Renato Hickel, vice-comissário da WSL. Foto: divulgação.

Renato Hickel, vice-comissário da WSL. Foto: divulgação.



Porém o brasileiro Renato Hickel, vice-comissário da WSL, concedeu uma entrevista ao jornal português “O Jogo” e confirmou as mudanças. Para 2018 tudo deve permanecer o mesmo, com possível alterações nas datas de alguns eventos. Mas para 2019 o circuito vai realmente ser novo.

O tour vai começar em Pipeline, no mês de fevereiro, e terminar no Tahiti, em setembro. Serão as mesmas 11 etapas, mas realizadas em oito meses e não mais em dez, como é atualmente.

"Depois disso haverá um evento especial - no qual os cinco ou seis melhores no ranking masculino e três ou quatro do ranking feminino vão competir na última etapa que vai definir os campeões mundiais ", disse Hickel. "Este evento, em princípio, será realizado na Indonésia".

Mas não vai ser só o circuito da elite que vai sofrer mudanças. O QS, a divisão classificatória, também será diferente. Após o fim do CT, os últimos meses do ano serão dedicados às disputas do QS. “Quem não se reclassificou (do 23º do ranking pra baixo) poderá se concentrar no QS com mais dedicação para o resto da temporada ", comentou Hickel. "Mas teremos alguns eventos do QS também na primeira metade do ano”.

Veja também:

Comentários