WSL - Comentários em português serão feitos num estúdio da Califórnia

Brasileiros não vão mais viajar para os locais das etapas


A partir deste ano os comentaristas de língua portuguesa da WSL não vão mais viajar para os locais das etapas do CT, a divisão de elite do surf. Ao contrário do que acontecia, quando eles iam para praticamente todos os países onde as provas eram realizadas, provavelmente em 2018 eles estarão presentes apenas no Brasil e na etapa da piscina de ondas da Califórnia. Isso porque todos, até o momento, são brasileiros e por que eles participarão das transmissões de dentro de um estúdio localizado nesse estado norte-americano.

Klaus Kaiser, André Gioranelli e Pedro Muller. Frame.

Klaus Kaiser, André Gioranelli e Pedro Muller. Frame.



Isso já aconteceu algumas vezes, porém na imensa maioria das etapas tanto Andre Gioranelli, quanto Klaus Kaiser e Pedro Muller viajavam para as praias onde as competições acontecem.

A equipe do Ricosurf também teve conhecimento de que agora eles vão ter que arcar com as despesas de hospedagem, alimentação e passagem aérea. O salário deles não vai sofrer alteração. O André já vive na Califórnia e parece que o Klaus vai se mudar para os Estados Unidos. Já Pedro Muller vai deixar de comentar as etapas. No momento a WSL busca um novo nome para integrar a equipe.

O estranho é que o novo líder de estratégia internacional da WSL, o norte-americano Joe Car, reveleu no fim do ano, em entrevista ao Blog Radicias (O Globo), que o Brasil é o maior mercado da entidade e que tinha planos ambiciosos para o nosso país. “Se você olha para o nosso tráfego digital, o Brasil, e não os EUA, é na verdade o maior mercado da WSL” (VEJA A ENTREVISTA COMPLETA).

O circuito da elite do surf mundial começa no mês de março, nas ondas australianas de Snapper Rocks, na Gold Coast.

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