Galeria Peru - Nova geração brasileira afia o surf no norte peuano

Foram duas semanas de treinos em picos da região de Lobitos


Aproveitando o início das férias alguns atletas da nova geração do surf brasileiro desembarcaram no dia 12 de dezembro em Lobitos. O time foi composto por atletas de diversos pontos do Brasil, com idades de 08 a 16 anos.

Galera reunida. Foto: divulgação.
Galera reunida. Foto: divulgação.



Dentre os atletas estavam Ryan Coelho PR (11), Sunny Pires RJ (13), Thiago Eduardo CE (16), Fabrício Rocha RN (14), Davi Reina SP (13), Noah Reina SP (8), Maurício Amorim RJ (16) e Yohan Ivanoski (16).

O grupo de atletas ficou treinando por duas semanas no norte do Peru, local conhecido pela ótima qualidade das ondas, e pela constância em que recebe as ondulações.

Durante o período de 15 dias em que estiveram em solo peruano, os atletas foram capitaneados e treinados pelo Coach Alessandro Coelho, que divide sua agenda e rotina de trabalho entre as atividades de Advocacia, a de Coaching e Coaching Mental com atletas de alto rendimento, e a de treinador e empresário do atleta Ryan Coelho.

A garotada ficou reunida em um modelo de surf camp, e tiveram uma rotina de longos e intensos treinos diários, sempre com foco nas atividades dentro da água, com o objetivo principal no aperfeiçoamento da parte técnica, competitiva e mental.

Ryan Coelho. Foto: divulgação.

Ryan Coelho. Foto: divulgação.



Ao longo dos dias, os atletas tiveram sua rotina de treinos filmada e posteriormente analisada, visando identificar de forma individual e coletiva os pontos mais e menos desenvolvidos de cada atleta, para posteriormente, através de exercícios e outras ferramentas, ajudar cada um a desenvolver novas habilidades, e aperfeiçoar as qualidades existentes.

Segundo Alessandro, reunir atletas de diversos Estados, idades e níveis técnicos para treinar juntos em um local com ondas de qualidade, otimizou muito o desenvolvimento do time, pois além da aprendizagem natural, cada atleta trouxe na bagagem uma grande experiência pessoal, que ao longo dos dias, foi compartilhada com os demais.

No entanto, cada atleta tem sua individualidade, seja técnica, mental ou cultural, e talvez esse seja um dos grandes desafios, pois entender e identificar o que é melhor para cada atleta é sempre desafiador. Porém, dia após dia, foi possível cumprir a missão principal do encontro; que é conseguir que cada atleta chegue no brasil mais desenvolvido e com boas histórias para contar.

É muito gratificante ensinar e trocar experiências com essa garotada, pois apesar de não ter sido um atleta profissional do surf, os mais de 15 anos de experiência adquirida como atleta amador, os 30 anos como freesurf, algumas viagens internacionais, uma vida de amor pelo esporte, e muitos anos nos bancos da faculdade, me deram uma bagagem de vida e acadêmica, para ensinar um pouco, e para ajudar no desenvolvimento da nova Geração, seja como atletas ou como cidadãos, afirma Alessandro.

Durante o tempo que restou a galerinha aproveitou para passear e conhecer um pouco da cultura local, sem falar da diversão diária.

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