Praia dos Náufragos, Aracaju / Sergipe (Sábado, 25 de abril) – O Surf Brasil Master chega no domingo decisivo com 10 concorrentes aos primeiros títulos brasileiros da temporada 2026 na capital de Sergipe.

Edvan Silva (CE)
(Fabriciano Jr. / Surf Brasil)
Apenas os cearenses Edvan Silva e Felipe Martins lutam pelo troféu da categoria 40+, na 50+ o líder Victor Ribas reduziu para cinco o número de candidatos e só três podem ser campeão na 60+, que continua com o sergipano Tady na dianteira. A batalha final pelos títulos promete ser emocionante e será transmitida ao vivo da belíssima Praia dos Náufragos em Aracaju, pelo Canal Woohoo e pelo Surf Brasil TV no YouTube, que pode ser acessado no site SurfBrasil.org.br.

Felipe Martins (CE)
(Fabriciano Jr. / Surf Brasil)
A lista dos 10 surfistas que vão disputar os primeiros troféus de campeão brasileiro do Surf Brasil em 2026, é iniciada pelos cearenses Edvan Silva e Felipe Martins na categoria principal, dos competidores com 40 anos ou mais de idade. Na 50+ são cinco na briga do título, o cabo-friense Victor Ribas, o sergipano Romeu Cruz, o alagoano Gilberto Araujo, o paraibano e atual campeão Fabio Gouveia e o baiano Marcelo Alves. E os três candidatos na categoria das lendas com 60 anos, são o sergipano Tady, o cearense Cardoso Junior e o paulista Edson Vieira.
O Surf Brasil Master está apresentando a verdadeira rica história do surf brasileiro neste novo formato de competição inaugurado no sábado passado, que reuniu 125 surfistas de 12 estados do país, alguns que formaram o antigo “Brazilian Nuts”, primeira geração de brasileiros que assombraram o cenário internacional, como Fabio Gouveia, Victor Ribas, Neco Padaratz. O sábado já foi adrenalizante na Praia dos Náufragos, com vários confrontos decisivos sendo disputados em alto nível pelos ídolos do passado, que pavimentaram o caminho para o Brasil ser hoje a maior potência do surf mundial.

Tady (SE) (Fabriciano Jr. / Surf Brasil)
Fabio Gouveia é o atual campeão brasileiro da categoria 50+ e venceu a primeira das três etapas do Surf Brasil Master 2026 em Aracaju. O líder do ranking agora é Victor Ribas, mas Fabinho ainda está na briga pelo bicampeonato consecutivo. A sua bateria das oitavas de final ficou para abrir o domingo, contra os também campeões brasileiros Rogerio Dantas (CE) e Alvaro Bacana (MA), além do Luciano Alemão (SC). Outro dos cinco concorrentes ao título 50+ é o alagoano Gilberto Araujo, que fecha as oitavas de final com o potiguar Ivan Medeiros e os baianos Ademar Neto e Esdras Santos.
Os outros três candidatos da 50+ já passaram para as quartas de final, nas últimas baterias do sábado na Praia dos Náufragos. Dois deles foram os primeiros a se classificar, com o baiano Marcelo Alves derrotando três sergipanos. O número 3 do ranking, Romeu Cruz, avançou junto com ele e tirou quatro concorrentes ao título brasileiro. Outros dois também competiram juntos, mas o vice-líder Flavio Sukita e Leonel Brizola perderam para o carioca Sergio Noronha e para o paraibano Paulo Germano e também saíram da briga. Já o líder Victor Ribas, acabou com as chances de mais quatro com a vitória na quinta oitava de final.
“Eu troquei a prancha na hora certa e competir aqui não é fácil. Primeiro que tem excelentes atletas, a corrida do título tá difícil pra caramba e o vice-líder tinha acabado de perder antes de mim. Aí fiquei um pouco tenso, mas respirei fundo para ir com calma e deu tudo certo”, contou Victor Ribas. “Eu me concentrei para fazer o que sempre fiz desde criança, que é competir. O mar é difícil aqui, a arrebentação é muito longe e me lembrou os tempos de amador, porque pela distância, não dá pra escutar nada das notas. Graças a Deus, peguei bastante ondas, fiz manobras de borda, rasgadas, cutbacks, um cardápio bem diferenciado pros juízes me darem boas notas”.

Victor Ribas (RJ)
(Fabriciano Jr. / Surf Brasil)
SURFISTAS DA GERAÇÃO BRAZILIAN NUTS NO SURF BRASIL MASTER
Victor Ribas foi o terceiro melhor do mundo no CT em 1999, melhor posição de um brasileiro antes do Gabriel Medina ganhar seu primeiro título mundial em 2014. Vitinho já foi campeão brasileiro profissional e tenta agora ser campeão brasileiro Master pela primeira vez, para representar o Brasil no Mundial Master da ISA em 2027. O carioca Sergio Noronha tirou dois concorrentes dele duas baterias antes e é de uma geração até anterior a dele. Ele já tem dois títulos no Master, das categorias 50+ e a extinta 55+ e foi o brasileiro mais bem colocado no primeiro Hang Loose Pro Contest da história, em 1986 na Praia da Joaquina, em Florianópolis.
“Eu consegui pegar duas ondas que me levaram a primeira colocação e foi uma bateria dura com atletas muito bons, então estou feliz pela vitória”, disse Sérgio Noronha. “Esse ano é uma configuração nova no Master, achei a ideia do Surf Brasil excelente, de minimizar os custos pros atletas, mas seria muito interessante que essa mesma competição tripla acontecesse em outros locais, com etapas talvez em Saquarema, Ubatuba, Joaquina, Paracuru, Backdoor na Bahia, para engrandecer o esporte”.
Sergio Noronha destacou um ponto importante na sua sugestão: “Nós somos um país de pouca memória, então muitos de nós aqui, o Victor Ribas, Fabio Gouveia, Neco Padaratz, o Teco nosso presidente que não compete mais, foi essa geração que botou o Brasil no mundo. A gente era os Brazilian Nuts, bem antes do Brazilian Storm, então o Brasil precisa conhecer essa geração, precisa saber que nós sedimentamos esse caminho que hoje o Gabriel Medina, Filipe Toledo, estão trilhando. É preciso preservar a história do surf nacional e isso é maravilhoso pra nós surfistas, nos sentirmos valorizados pelo que fizemos lá atrás”.
CATEGORIA MASTER APRESENTA A RICA HISTÓRIA DO SURF BRASILEIRO
Desde que foi eleito presidente da Confederação Brasileira de Surf pela primeira vez em 2022, uma das metas de Teco Padaratz era resgatar a categoria Master, passando a promover mais campeonatos com boas premiações e isso motivou muitos surfistas a voltarem a competir. Fabio Gouveia, Victor Ribas, Jojó de Olivença, Neco Padaratz e o próprio Sergio Noronha, são alguns exemplos. Incentivou também outros surfistas de gerações mais recentes a alongarem suas carreiras, como os cearenses Edvan Silva e Felipe Martins, que estão na briga pelo título na principal categoria, dos surfistas com 40 anos de idade.
Ambos ainda competem no Campeonato Brasileiro Profissional e participaram da abertura do Surf Brasil Pro 2026, realizada em fevereiro na Praia da Taíba, em São Gonçalo do Amarante, no Ceará. E vão competir também na segunda etapa, que será disputada entre os dias 9 e 17 de maio em Porto de Galinhas, no município do Ipojuca, em Pernambuco. O sábado começou com seis concorrentes ao título brasileiro 40+, até o líder Edvan Silva tirar quatro da briga com a classificação para as quartas de final, aumentando para 10 o seu recorde de baterias vencidas nas ondas da Praia dos Náufragos, desde o sábado passado.
“Eu nem sabia disso, só queria surfar bateria por bateria. Deus está me dando essa oportunidade de ir avançando e estou muito feliz por isso”, disse Edvan Silva. “Estou feliz também pelo Felipe Martins estar na briga do título comigo. Ele é lá da terrinha também e a gente sempre se pega desde os tempos de amador no circuito estadual do Ceará. Mais uma vez, quero agradecer a todos que fizeram essa corrente para eu chegar aqui, minha família, minha esposa, meu filho, o pessoal lá da minha escolinha Edvan Silva Surf School. Estou feliz e eu só quero surfar, me divertir e é isso aí”.
CEARENSES DOMINAM A PRINCIPAL CATEGORIA DO SURF BRASIL MASTER
Edvan Silva ganhou a primeira etapa do Surf Brasil Master na segunda-feira e foi vice-campeão na segunda, vencida por Felipe Martins na quinta-feira. Com a vitória sobre o baiano Wilson Nora, o pernambucano Rogerio Galvão e o sergipano Akma no sábado, Edvan acabou com as chances de quatro concorrentes ao título brasileiro 40+, o atual campeão Marcio Farney, o também cearense Itim Silva, o potiguar José Junior e o baiano Flavio Costa. Na bateria anterior, Felipe Martins já havia passado para as quartas de final em primeiro lugar, contra o pernambucano Alan Donato, o cearense Duda Carneiro e o grande ídolo de toda essa geração, o catarinense Neco Padaratz, que se despediu da competição.
“Eu nem to muito ligado nisso de título ainda, porque sei que tem um longo caminho até a final. Meu foco é fazer a final e, se for da vontade de Deus, se Ele me abençoar, vai dar tudo certo”, disse Felipe Martins. “Eu to confiante, a prancha tá top, tá mágica essa prancha do Joca Secco, realmente é o meu foguete e se encaixou muito bem nessas condições do mar aqui. A gente tá indo aí de bateria em bateria, fazendo nosso trabalho e só eu sei o esforço que to fazendo essa semana toda aqui. Hoje é o oitavo dia de competição, o corpo às vezes bate o cansaço, mas sigo firme e forte na busca por esse título”.
Nas quartas de final, Felipe Martins vai disputar a terceira bateria com os também cearenses Isaias Silva e Thiago de Sousa, além do potiguar José Junior, vice-campeão brasileiro no ano passado. Edvan Silva entra no confronto seguinte com mais dois surfistas do Ceará, o campeão de 2025, Marcio Farney, Angelino Santos e o paulista Akio Saito. Os cearenses conquistaram metade das 16 vagas para as quartas de final. Os outros classificados foram Itim Silva para a primeira bateria e Jeova Rodrigues que está na última.
TADY BUSCA UM TÍTULO INÉDITO PARA SERGIPE NA CATEGORIA 60+
Enquanto na categoria 40+ só restaram dois concorrentes ao título brasileiro, na 60+ só ficaram três dos seis que estavam na disputa. O sergipano Tady lidera o ranking e tirou metade da briga quando passou a sua primeira bateria nesta terceira e última etapa do Surf Brasil Master 2026 na sua casa. Ela foi vencida pelo carioca Zenato, mas Tady avançou em segundo, eliminando o gaúcho Angelo Gulea. Com isso, acabou com as chances do pernambucano Claudio Marroquim, do alagoano Carlos Pereira e do paulista William Diegues.
Agora, os únicos que podem impedir que Tady se torne o primeiro surfista de Sergipe a ser campeão brasileiro de surf, são o cearense Cardoso Junior e o paulista Edson Vieira. Os dois venceram as suas baterias no sábado e vão se enfrentar na primeira quarta de final, completada pelo catarinense Gama. Tady vai disputar as duas últimas vagas para as semifinais, com o alagoano Carlos Pereira e o potiguar Chicó Moura. Tady foi o campeão da primeira etapa do Surf Brasil Master 2026 na segunda-feira e foi vice-campeão na segunda, encerrada com vitória do cearense Cardoso Junior na quinta-feira.
O Surf Brasil Master 2026 é mais uma realização de Surf Brasil e conta com patrocínio da Prefeitura de Aracaju pela Secretaria Municipal da Juventude e do Esporte (SEJESP) e do Governo do Estado de Sergipe através da Secretaria do Esporte e Lazer. O evento tem a Federação Sergipana de Surf (FSS) como parceira na organização e co-patrocínios e apoios de JISK, Arcus Hotel by Atlantica, Rei Beach Lounge Bar, Surfland Garopaba, Só Coco, Suntech e Brazilian Tiger Balm. A competição está sendo transmitida ao vivo pelo Canal Woohoo e pelo Surf Brasil TV no YouTube que pode ser acessado no site SurfBrasil.org.br.
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Assessoria de Imprensa da Confederação Brasileira de Surf:
João Carvalho – (48) 999-882-986 – jbcsurfnews@hotmail.com
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Instagram: @surfbrasil.bra
Canal do YouTube: Surf Brasil TV
Programa Informativo: Surf Brasil No Ar
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BATERIAS QUE ABREM O DOMINGO DO SURF BRASIL MASTER:
(entre parênteses o estado que representa nas competições)
50+ OITAVAS DE FINAL – 3.o=17.o lugar (400 pontos) e 4.o=25.o lugar (360 pts):
——-as 6 primeiras baterias fecharam o sábado
7.a: Fabio Gouveia (PB), Rogerio Dantas (CE), Luciano Alemão (SC), Alvaro Bacana (MA)
8.a: Gilberto Araujo (AL), Ivan Medeiros (RN), Ademar Neto (BA), Esdras Santos (BA)
60+ QUARTAS DE FINAL – 3.o=9.o lugar com 500 pontos:
1.a: Cardoso Junior (CE), Edson Vieira (SP), Gama (SC)
2.a: William Diegues (SP), Paulo Falcon (BA), Saulo Lyra (SC)
3.a: Rubens Farias (SC), Jaime Farinha (PE), Zenato (RJ)
4.a: Tady (SE), Carlos Pereira (AL), Francisco Moura (RN)
50+ QUARTAS DE FINAL – 3.o=9.o lugar (500 pontos) e 4.o=13.o lugar (450 pts):
1.a: Marcelo Alves (BA), Crhistiano Spirro (BA), Fernando Conceição (PE), Sergio Noronha (RJ)
2.a: Romeu Cruz (SE), Paulo Germano (PB), Roni Ronaldo (SC), Fred Vilela (AL)
3.a: Victor Ribas (RJ), Mauricio Weyll (BA) e mais 2 a definir nas oitavas de final
4.a: Rodrigo Jorge (RN), Jeronimo Bomfim (BA) e mais 2 a definir nas oitavas de final
40+ QUARTAS DE FINAL – 3.o=9.o lugar (500 pontos) e 4.o=13.o lugar (450 pts):
1.a: Itim Silva (CE), Alan Donato (PE), Diego Rosa (SC), Jeff Toco (SC)
2.a: Felipe Martins (CE), José Junior (RN), Thiago de Sousa (CE), Isaias Silva (CE)
3.a: Edvan Silva (CE), Marcio Farney (SC), Angelino Santos (RJ), Akio Saito (SP)
4.a: Klinger Peixoto (AL), Wilson Nora (BA), Rodrigo Jorge (RN), Jeova Rodrigues (CE)
RESULTADOS DO SÁBADO NA PRAIA DOS NÁUFRAGOS:
50+ PRIMEIRA FASE – 3.o=33.o lugar (320 pontos) e 4.o=49.o lugar (240 pts):
——-as 8 primeiras fecharam a sexta-feira
9.a: 1-Victor Ribas (RJ), 2-Bruno Grilo (RN), 3-Wagner Augusto (RN)
10: 1-Igor Mathey (SP), 2-Jeronimo Bomfim (BA), w.o-Alexandre Henrique (PB), w.o-Chico Lavigne (BA)
11: 1-Alessandro Macedo (RN), 2-Mauricio Weyll (BA), 3-Dalmo Meirelles (BA)
12: 1-Rodrigo Jorge (RN), 2-Armando Maciel (SC), 3-Alan Toledo (RJ)
13: 1-Fabio Gouveia (PB), 2-Esdras Santos (BA), 3-Ayrton Almeida (PE)
14: 1-Ivan Medeiros (RN), 2-Luciano Alemão (SC), 3-Marcelo Resende (SE), 4-Davy Christian (SE)
15: 1-Rogerio Dantas (CE), 2-Ademar Neto (BA), 3-Helvecio Santos (SE), 4-Jofrey Seibel (SC)
16: 1-Gilberto Araujo (AL), 2-Alvaro Bacana (MA), 3-Michell Pontes (PE)
60+ PRIMEIRA FASE – 3.o=13.o lugar (450 pontos) e 4.o=19.o lugar (390 pts):
1.a: 1-Edson Vieira (SP), 2-Paulo Falcon (BA), 3-Roberto Campos (BA), 4-Pedro Sobrinho (RN)
2.a: 1-William Diegues (SP), 2-Gama (SC), 3-Davi Filho (SC), 4-Walter Paes (RJ)
3.a: 1-Cardoso Junior (CE), 2-Saulo Lyra (S), 3-Wlamir Reis (SP)
4.a: 1-Zenato (RJ), 2-Tady (SE), 3-Angelo Gulea (RS)
5.a: 1-Carlos Pereira (AL), 2-Rubens Farias (SC), 3-Marco Leleu (RN), 4-Jaguaracy Gloria (BA)
6.a: 1-Jaime Farinha (PE), 2-Francisco Moura (RN), 3-Claudio Marroquim (PE), w.o-Jorge Bittencourt (BA)
40+ OITAVAS DE FINAL – 3.o=17.o lugar (400 pontos) e 4.o=25.o lugar (360 pts):
1.a: 1-Itim Silva (CE), 2-Isaias Silva (CE), 3-Saulo Carvalho (PB), 4-Gildeon Reis (SE)
2.a: 1-José Junior (RN), 2-Jeff Toco (SC), 3-Claudio Freitas (RJ), 4-Deyvison Ferreira (RJ)
3.a: 1-Diego Rosa (SC), 2-Thiago de Sousa (CE), 3-Victor Araujo (CE), 4-Claudemir Bibi Lima (CE)
4.a: 1-Felipe Martins (CE), 2-Alan Donato (PE), 3-Neco Padaratz (SC), 4-Duda Carneiro (CE)
5.a: 1-Edvan Silva (CE), 2-Wilson Nora (BA), 3-Rogerio Galvão (PE), 4-Akma (SE)
6.a: 1-Jeova Rodrigues (CE), 2-Angelino Santos (RJ), 3-Bruno Padilha (PB), 4-Edson Costa (PE)
7.a: 1-Marcio Farney (SC), 2-Rodrigo Jorge (RN), 3-Flavio Costa (RJ), 4-Adriano Lemos (SC)
8.a: 1-Klinger Peixoto (AL), 2-Akio Saito (SP), 3-Rogerio Dantas (CE), 4-Jorge Correa (SC)
50+ OITAVAS DE FINAL – 3.o=17.o lugar (400 pontos) e 4.o=25.o lugar (360 pts):
1.a: 1-Marcelo Alves (BA), 2-Romeu Cruz (SE), 3-Edson Papagaio (SE), 4-Gildeon Reis (SE)
2.a: 1-Fred Vilela (AL), 2-Crhistiano Spirro (BA), 3-Silverio Jorge Silver (SC), 4-Edson Vieira (SP)
3.a: 1-Sergio Noronha (RJ), 2-Paulo Germano (PB), 3-Flavio Sukita (CE), 4-Leonel Brizola (RJ)
4.a: 1-Roni Ronaldo (SC), 2-Fernando Conceição (PE), 3-Cardoso Junior (CE), 4-Saulo Carvalho (PB)
5.a: 1-Victor Ribas (RJ), 2-Jeronimo Bomfim (BA), 3-Alessandro Macedo (RN), 4-Armando Maciel (SC)
6.a: 1-Rodrigo Jorge (RN), 2-Mauricio Weyll (BA), 3-Igor Mathey (SP), 4-Bruno Grilo (RN)
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SOBRE SURF BRASIL – Surf Brasil é o novo nome de comunicação da Confederação Brasileira de Surf, reconhecida pelo Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e pela ISA (International Surfing Association), como a entidade oficial na administração de todas as atividades relacionadas aos esportes com pranchas, como definido no seu Estatuto. A Confederação foi fundada em 17 de outubro de 1998 e conta com 15 federações estaduais filiadas, que elegeram Flávio Teco Padaratz como presidente em 2022, com Paulo Moura e Brigitte Mayer de vice-presidentes.
“De surfista para surfista” é o lema do Surf Brasil, que tem como missão, descobrir novos talentos e criar novos ídolos nacionais, produzindo, chancelando e organizando o Campeonato Brasileiro de Surf, decidindo os campeões e campeãs brasileiras também das categorias de Base e do Master, de Ondas Grandes e das modalidades Longboard, Stand Up Paddle, Parasurf. O principal valor desta gestão dirigida por Teco Padaratz, é oferecer mais oportunidades para consolidar as carreiras dos atletas de todas as categorias, inclusive das profissões que gravitam em torno das competições, trazendo dignidade para toda a comunidade do surf brasileiro.



